“Tenho crianças com menos de 2 anos que estão começando a ficar em pé e possuem pé plano/chato, será que tá na hora de intervir?”
“Mas o médico disse que era só esperar, que vai resolver sozinho, será?!”
“Será que se eu esperar, vai se agravar?”
Você já se fez todas essas perguntas…
Já se sentiu insegura, com uma intuição de que aquela criança com um pé um pouquinho mais desabado precisasse de uma intervenção;
Já ficou com receio de indicar uma intervenção para uma criança muito pequena e pensou: “Será mesmo necessário?”
Também sente insegurança por não ter a mínima idéia do que responder quando a família questiona o porquê o pé da criança é mais chatinho e qual seria a indicação;
Ou ficou refém de uma prescrição médica que disse que não precisava de nada até os 7 ano, e isso era o que restava para a família.
Mas eu não quero que você se sinta assim…
O problema é que a mesmo a pós-graduação, cursos de aperfeiçoamento não dão base do raciocínio para compreender quando você precisa intervir no mundos dos pés chatos.
Não adianta fugir...crianças com baixo tônus são os mais propícios a desenvolver pé chato.
Crianças com baixo tônus como prematuras, com síndrome de down, suspeitas de TEA, quando iniciam a postura em pé, geralmente possuem instabilidade articular que afetam o alinhamento de joelhos e quadris.
Isto significa que essa criança precisaria de um gasto energético muito maior em uma mesma atividade do que seus pares que não possuem pé plano/chato.
Não intervir é confiar que aquela criança vai conseguir se autoalinhar sozinha ou oferecer um apoio excessivo pode imobilizar o pé a ponto de atrofiar os músculos e retirar suas funções.
Ou seja...
Saber se precisa intervir ou quando intervir, com toda certeza, te dará a segurança de potencializar ganhos no controle da postura e na aquisição de demais habilidades motoras.
Saber quando intervir auxilia na prevenção de deformidades e otimiza o gasto energético da criança.
Compreender sobre o raciocínio biomecânico dos pés planos/chatos pode ser o diferencial que faltava para alcançar resultados eficazes com seus pacientes prematuros, baixo tônus ou qualquer criança com pés planos/chatos.
Saia da incerteza e saiba exatamente quando intervir em pés planos/chatos.
Aqui você sai desvendando o raciocínio biomecânico de identificar as necessidades da criança, quando intervir e porquê intervir com pés planos/chatos.
Essa não é uma imersão de achismo baseada no empirismo, e sim no raciocínio biomecânico com evidências da prática clínica
O intuito não é engessar sua opinião e conhecimento, e sim provocar reflexões das melhores decisões a serem tomadas em casos com pé plano /chato.
Além de ter a explicação teórica e prática, a discussão de caso será o momento perfeito para arrematar todos o conhecimento.
Veja o que você irá aprender por dentro:
Bases da anatomia e biomecânica do pé
Princípios do desenvolvimento ortopédico e modelamento ósseo do pé
Quando intervir, porqueintervir no pé plano/chato.
Sinais importantes do pé plano/chato
Casos clínicos: discussão e o que vc precisa observar de fato.
Quem é a sua mentora?
Um pouquinho da minha jornada transformada pelo conhecimento biomecânico…
Dra. Carol Costa
Minhas pesquisas foram desenvolvimento infantil, biomecânica e paralisia cerebral. Meu doutorado sanduíche na U-Hart-USA foi orientado pelas sumidades Sandy Saavedra e Marjorie Woollacott.
Desde 2009, eu atendo no universo da Neuropediatria, mesmo em meio às atividades acadêmicas porque eu sempre acreditei que a teoria deve estar atrelada à prática clínica.
Eu sou uma das primeiras fisioterapeutas no Brasil certificadas a trabalhar com tratamento intensivo com vestes compressivas.
Tenho inúmeros artigos publicados, e mesmo não estando dentro da universidade ainda sou pesquisadora e continuo contribuindo em publicações.
Com mais de 500 alunos, eu tenho bagagem e experiência suficientes em tornar o conhecimento técnico-científico e biomecânico aplicável na sua prática clínica pra fazer você se destacar no mercado de trabalho e gerar resultados para suas crianças.